O secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves, admitiu hoje à Lusa estar a estudar com as operadoras de telecomunicações o uso de aplicações que diminuam ou inibam o sinal emitido pelas redes móveis junto das estradas. Caso esta opção seja adotada, as chamadas para pessoas que se encontram a guiar passam a desencadear respostas automáticas que informam da impossibilidade de um condutor para atender o telefonema.

Na sequência da apresentação de um estudo do Automóvel Clube de Portugal sobre a condução dos portugueses, José Artur Neves reiterou que o telemóvel é hoje uma das principais causas de acidentes. O governante recordou ainda que os denominados “kits mãos livres”, apesar de libertarem os membros, não chegam para resolver as distrações causadas pelos telemóveis.

A limitação das redes móveis é apenas uma das opções que se encontram em estudo. O governo também está a ponderar seguir os exemplos de Espanha e França e avançar com o uso de drones e helicópteros que ajudam a controlar a velocidade nas estradas.

Leia a notícia na íntegra em exameinformatica.sapo.pt

 

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  • em vez de gastarem os €€€ das multas dos radares (que nada fazem para diminuir a sinistralidade) em melhorar as infraestruturas de forma a evitar zonas criticas e a formar melhor os condutores, gastam em porcarias que só servem para irritar as pessoas :(

    Última edição do comentário em há 9 meses atrás por Evandro Oliveira
  • Concordo plenamente, os radares e a obcessiva incidencia das autoridades no controle da velocidade NADA CONTRIBUEM para a diminuição da sinistralidade rodoviária PELAS ALMINHAS NÃO VENHAM DEITAR POEIRA PARA OS OLHOS DE QUEM ANDA NA «ESTRADA» e a prova irrefutável é que como não controlam as MANOBRAS PERIGOSAS que realmente são risco de acidentes a sinistralidade não para de aumentar, mas o que interessa é MULTAR MULTAR MULTAR...
    Quanto a essa interdição do acesso a redes móveis parece-me um atropelo da liberdade do cidadão e inclusivamente com potenciais consequências graves nomeadamente em caso de doença subita/ emergências de familiares etc etc mas nada me admira esse tipo de proposta vindo de entidades que para alegadamente diminuirem a sinistalidade com peões nas localidades em vez de realizarem campanhas (dignas desse nome) de sensibilização a automobilistas e sobretudo a peões(que muitas vezes atravessam as vias sem qualquer atenção como se verifica), pura e simplesmente pensam em reduzir a velocidade nas localidades para 30 Km/h- é facil barato e vai ainda dar mais multas não é???
    Só é pena que neste pais não haja verdadeiro jornalismo (ressalvo a corajosa sátira de Ricardo Araújo Pereira)

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