O RADARES de Portugal respeitou o pedido - não interessa de quem - e ocultou a listagem de veículos descaracterizados das respeitadas Forças de Segurança, veículos, esses, identificados a controlarem a velocidade nas várias estradas nacionais. Iniciámos essa "compilação" de informação em 2013 (ver aqui) e posteriormente, em 2014, essa informação foi plagiada por um grupo de "ativistas" internautas, onde o periódico Jornal de Notícias fez referencia ao referido plágio (ver aqui). Muito recentemente a equipa RADARES de Portugal foi informada de uma medida que o Estado Francês quer avançar e, segundo outra fonte, serão cerca de 400 radares que circularão em carros de particulares/empresas privadas com o objetivo de reduzir a criminalidade rodoviária, neste caso em concreto, o excesso de velocidade. Ao que tudo indica, os condutores desses veículos privados não terão acesso à informação registada (dados dos veículos, velocidades, entre outros). A nossa dúvida surge no seguinte: Como poderão tentar diminuir a sinistralidade rodoviária, se os infratores não são penalizados no momento? Terão estas medidas, ainda em cima da mesa, outro obj€tivo?

Fontes Motor24 (Global Media Group) | Observador

 

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  • Sem dúvida que o obj€tivo será sempre o mesmo pois raras (senão inexistentes..) são as vezes em que, independentemente da infracção, existe a prevenção e sensibilização para o facto/transgressão. Apenas a medida de coação, o passar da coima com a quase exigência de "pagar voluntáriamente na hora". Falo com informação recolhida a vários condutores e, infelizmente, por experiência própria com os milhares de km percorridos anualmente.

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